- Paço dos Matos Azambuja - Casa dos Arcos (lado esquerdo)
- Paço dos Matos Azambuja - Casa dos Arcos (lado esquerdo)
Homenagem a Florbela Espanca - 90 anos sobre a sua morte
Antiga Praça
Nova, Largo de São Bartolomeu, Praça D. Amélia e actual Praça da República. A
Fonte das Bicas ficava quase em frente da Câmara Municipal, um projeto do
século XVIII, da autoria do arquiteto elvense José Francisco de Abreu. Era
neste espaço que se realizavam os mercados semanais em Vila Viçosa. No topo da
Praça, a Igreja do Colégio dos Jesuítas (Igreja de São João Evangelista),
conhecida por todos como Igreja de São Bartolomeu. @ Grupo "Amigos de Vila
Viçosa"
Antes das intervenções da DGEMN (Direção-Geral de Edifícios
e Monumentos Nacionais) em 1939/40 e da Avenida Duques de Bragança e Praça da
República, existia um arrabalde medieval fora das muralhas da Cerca Velha.
O referido quarteirão central da imagem foi “esventrado” para a
criação de uma praça monumental, no âmbito das duplas comemorações da Independência
Nacional e da Restauração, em 1940.
Vila Viçosa foi um dos “palcos” privilegiados dessa ação
politica. O Castelo foi intervencionado, foi desenhada a Avenida Duques de
Bragança e a Praça da República foi criada.
O principal ideólogo dessa medida foi o Eng. Duarte Pacheco,
Ministro das Obras Públicas do Estado Novo, num âmbito dum processo considerado
hoje bastante polémico e controverso.
Teria sido melhor manter o casario original, ou a Praça, tal
como a conhecemos, foi a melhor alternativa?! As opiniões dividem-se.
Antigo Largo da Saboaria (actual Largo Mariano Prezado), no dia 28 de Abril de 1935.